Mercado de Trabalho & Qualidade da EducAÇÃO
Melhorar a qualidade da educação no Brasil parece ser uma questão de primeira ordem. Não é à toa que estudante de 13 anos, Isadora Faber, bombou nas redes sociais com uma página em que conta a realidade da sua escola. É um tema recorrente em cada lar, escola ou empresa. E tudo indica que precisaremos de um exército de ´Isadoras´ para tentar mudar a situação atual de descaso, abandono e falta de respeito com as gerações que aí estão se preparando para a vida e o trabalho.
[MicrorRevoluAÇÃO] Como criar e manter um diário de classe na internet
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DICAS PARA CRIAR E MANTER UM DIÁRIO DE CLASSE NA INTERNET
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Objetivo
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Casos como o da catarinense Isadora Faber e o da escocesa Martha Payne ganharam respaldo da comunidade virtual porque abordavam um assunto sério: a qualidade da educação pública e exemplos pontuais e concretos de necessidades de mudança. São assuntos de interesse público e uma obrigação constitucional dos governos.
“Você vai chamar a atenção da sociedade e não vai correr risco de entrar na esfera de injúria, lavar a roupa suja em público. Às vezes, páginas e blogs acabam virando mural de impropério contra outras pessoas”, explicou a advogada Gisele Truzzi. Ela sugere que os autores de diários de classe usem uma linguagem adequada e ajam de acordo com princípios éticos para fazer suas reclamações.
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Formato
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A internet tem diversas ferramentas gratuitas que podem ser usadas como canal de comunicação para as reclamações. As redes sociais, em especial o Facebook, a escolha de Isadora, são uma maneira de se aproximar facilmente de um grande número de usuários. Já os blogs, como é o caso de Martha, permitem várias opções de formatação dos textos, fotos e vídeos.
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Autorização
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Gisele Truzzi explica que, pela lei, a escola é um espaço fechado e, por isso, produzir fotos e imagens dentro dela requer autorização prévia dos responsáveis pelo local. Dave Payne, o pai da escocesa Martha, afirma que ela só começou o blog depois que a direção estava ciente e havia permitido a publicação apenas de fotos dos pratos, sem que nenhum nome fosse divulgado e nenhuma pessoa (criança ou adulta) fosse fotografada.
O uso de fotos, charges, imagens e desenhos produzidos por outras pessoas também deve ser reproduzido na página apenas com autorização e crédito a quem criou o material, para proteger o seu direito autoral.
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Privacidade
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Não é porque uma escola é pública que as pessoas que ali trabalham ou estudam não têm o direito de resguardar sua privacidade. Para identificar outras pessoas em textos, fotos e vídeos, é preciso ter a autorização delas antes de publicar, de preferência por escrito (em papel ou por e-mail). Caso uma pessoa seja exposta sem autorização, especialmente em um contexto negativo, ela pode sofrer represálias e, depois acionar a Justiça por danos morais. Atos infracionais contra a honra (calúnia, injúria e ofensa) cometidos por menores não rendem prisão, mas, dependendo da idade do aluno, pode render uma medida sócioeducativa. Os pais podem ter que indenizar as pessoas prejudicadas.
Anonimato: Para contornar essa situação, a dica é sempre tirar fotos e fazer vídeos nos quais as falhas da escola são expostas, mas nenhuma pessoa é identificada. “Vale tirar foto das pessoas de longe, de costas, em segundo plano, evitar a identificação a qualquer momento, seja a pessoa maior ou menor de idade”, recomenda Gisele.
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Direito de resposta
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Uma reclamação feita em público na internet pode ter mais repercussão e gerar mais pressão por mudança, mas ela não é diferente de uma reclamação enviada apenas à direção da escola: o outro lado também deve ser ouvido. Se algum professor for criticado no “Diário de Classe”, a atitude adequada é dar espaço para que ele se explique ou até se retrate. Se o objetivo é promover a melhoria na escola, o diálogo deve ser incentivado e a pessoa criticada tem o direito de dar a sua versão, explica a advogada.
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Supervisão dos pais
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Como os menores de idade não respondem judicialmente por si mesmos, Gisele afirma que os pais devem acompanhar de perto as atividades deles na internet relacionadas à publicação de conteúdos como os de um “Diário de Classe”. A medida serve ainda como incentivo e apoio, inclusive para enfrentar críticas.
Segundo Dave, ele e a esposa explicaram a Martha todos os cuidados que ela deveria tomar antes de produzir seu conteúdo sobre a merenda escolar, e todos os passos da menina eram supervisionados. “Quando um adulto fica envergonhado el epode se comportar de maneiras estranhas. Foi assim que expliquei à Martha a reação do conselho [de solicitar que o blog fosse apagado devido à grande repercussão]”, contou.
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Repercussão
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Do público: Por mais que as crianças por trás destas iniciativas ganhem fama de desafiar a autoridade, há pouco espaço para o debate sobre o que elas estão fazendo ser certo ou errado, e a maioria dos internautas é fica a favor delas. “Não podemos ensinar as crianças na escola a escrever e a pensar, e depois nos surpreender quando elas começam a usar essas habilidades fora da sala de aula”, afirmou Dave.
Da mídia: Na terça-feira (4), o blog de Martha já tinha 7,9 milhões de visitas, e 222 mil usuários tinham curtido a página no Facebook de Isadora. A repercussão atraiu milhares de comentários e dezenas de pedidos de entrevista. Dave conta que procurou proteger ao máximo a exposição da filha e que a família não pretende lucrar com o sucesso. Até hoje, ela deu apenas uma entrevista para a TV e um para um jornal impresso. Toda a exposição da menina na mídia é feita com o objetivo de levantar fundos para a Mary’s Meal, uma entidade que constrói refeitórios em escolas na África. Ela já arrecadou mais de R$ 320 mil para a ONG.
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Dentro da lei
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Segundo a advogada Gisele Truzzi, criar um “Diário de Classe” no Facebook é uma boa medida para atrair a atenção aos problemas de uma escola, principalmente na rede pública, já que ela é mantida com impostos de toda a população. Porém, o ideal é que o conteúdo publicado nas páginas sigam a legislação para evitar problemas. Quando a reclamação pública nas redes sociais está amparada, com a exposição de fatos de maneira a não identificar as pessoas, com autorização de pessoas identificadas, “isso gera uma proteção jurídica para quem está reclamando e gera uma visibilidade maior para a situação”.
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PINCE – Programa Inovar para Crescer nas Escolas
Peru Empire of Hidden Treasures
Doe a um Desconhecido e sinta o que reverbera em você mesmo
Pressupostos da PNL
Seu desenvolvimento se fundamenta no estudo da excelência humana, modelando pessoas que têm facilidades para superar obstáculos, resolver conflitos, e atingir seus objetivos, tornando um excelente caminho para o auto conhecimento e, uma base sólida para alcançar o sucesso.
Para quê
No início de suas investigações, eles mostraram que o ser humano não opera diretamente no mundo em que vive, mas cria modelos e “mapas do mundo” que são usados para guiar seus comportamentos. Um dos modos específicos pelo quais as experiências individuais são representadas corresponde aossistemas linguísticos. Assim a Programação Neurolinguística (P.N.L.) estuda o tipo de linguagem empregada pela pessoa, suas distorções, omissões, generalizações e demais peculiaridades para conhecer melhor a estrutura interna do funcionamento do cérebro humano.
A P.N.L. nos apresenta técnicas que possibilitam uma transformação de limitações em qualquer campo de atuação e quanto mais alinhados estes campos estiverem, mais a pessoa se sente com o Bem Estar, Confiança, Segurança, Bom Humor, Tranquilidade, Harmonia, Paz, Saúde, Prosperidade e como consequência, aumenta sua possibilidade de Evolução, consegue ficar mais atenta, mais presente, mais consciente de cada momento de sua vida.
A parte “Neuro“ da PNL reconhece a ideia de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. “Compreendemos” a informação e depois agimos. Nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a idéias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico.
A parte “Linguística” do título indica que usamos a linguagem verbal ou corporal para ordenar nossos pensamentos e comportamentos.
A “Programação” refere-se à maneira como organizamos pensamentos e comportamentos à fim de produzir resultados desejados. É possível “modelar” a programação de pessoas que obtiveram ou obtêm o resultado que é desejado por nós.
A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados. Este conceito é baseado na pressuposição de que todo comportamento tem uma estratégia, e que esta pode ser descoberta, modelada e mudada (reprogramada).
Pressupostos da PNL
1 – O mapa não é o território.
2 – Se uma pessoa pode fazer algo, todos podem aprender a fazê-lo também.
Podemos aprender como é o mapa mental de um grande realizador e fazê-lo nosso, com as devidas adaptações. Faça de conta que tudo é possível. Na realidade, não há limites, e sim nas nossas escolhas, então basta ampliar o mapa para ter mais escolhas e fazer o que precisamos.
3 – Corpo e mente interagem (sistêmicos) assim como fisiologia e representação interna.
Corpo está para fisiologia assim como mente está para representação interna. Nossos pensamentos afetam instantaneamente nossa tensão muscular, respiração e sensações e vice-versa. Quando aprendemos a mudar um deles, aprendemos a mudar o outro.
4 – As pessoas já possuem todos os recursos de que necessitam, basta acessarem.
Imagens mentais, vozes interiores, sensações e sentimentos são os blocos básicos de construção de todos os nossos recursos mentais e físicos. Podemos usá-los para construir qualquer pensamento, sentimento ou habilidade que desejarmos. Não há pessoas sem recursos apenas estados emocionais sem recursos.
5 – É impossível não se comunicar e fazemos isso a todo momento.
Estamos sempre nos comunicando, pelo menos não verbalmente, e as palavras, são quase sempre a parte menos importante. Um suspiro, sorriso ou olhar são formas de comunicação. Até nossos pensamentos são formas de nos comunicarmos conosco, e eles se revelam aos outros pelos nossos olhos, tons de voz, atitudes e movimentos corporais.
6 – O significado da sua comunicação é a reação que você obtém.
Pode acontecer de querermos transmitir algo na comunicação, mas a outra parte receber outro significado. Isso pode acontecer de forma diferente em cada receptor, porque cada pessoa recebe o que dizemos ou fazemos de acordo com o mapa mental de cada um.
7 – Todo comportamento tem uma intenção positiva.
Todos os comportamentos nocivos, prejudiciais ou mesmo impensados tiveram um propósito positivo originalmente, acredite se quiser. Gritar para ser reconhecido. Agredir para se defender. Esconder-se para se sentir mais seguro. Em vez de tolerar ou condenar essas ações, podemos separá-las da intenção positiva daquela pessoa para que seja possível acrescentar novas opções mais evoluídas a fim de satisfazer a mesma intenção.
8 – Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa.
É preciso um mínimo de flexibilidade para conseguir o que desejamos. Se você sempre faz o que sempre fez, você sempre conseguirá o que sempre conseguiu. Se você quer algo novo, ou melhor, faça algo diferente, especialmente quando existem tantas alternativas. A parte com maior flexibilidade será sempre o elemento controlador.
9- Não existe fracasso e sim resultado.








