Você tem o sonho de ser escritor?
Já parou para pensar no quanto ser escritor de um livro seria um diferencial para a sua carreira?
É possível realizar este sonho!
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Orientando quem Orienta o DIÁLOGO
Ouvir sem resistência, ou seja, ouvir sem ser influenciado pelo que foi dito. Fácil? Difícil? Possível?
Sarita Chawla criou o exercício de ouvir sem resistência, e eu os convido a realizar durante um mês, observando-se.
Vamos ao exercício…
Pergunte-se:
Precisamos entrar num diálogo com receptividade para sermos influenciados e mudarmos apenas se essa receptividade nos levar a mudar com vontade. Isso requer o relaxamento temporário do apego que temos, tanto a favor quanto contra, a nossos posicionamentos e aos de outros.
Você aí, que está no lendo… Interaja livremente. Faça o exercício e comente sua aprendizagem aqui no site.
Duvidas ou sugestões sobre este tema? Estou a disposição para dialogar e compartilhar conhecimento! Dialogue comigo em [www.orientandoquemorienta.com.br]
Os seus comentários poderão fazer parte do e-book que será criado com os 10 artigos.
Referência: Diálogo – Redescobrindo o poder transformador da conversa, Linda Ellinor e Glenna Gerard, Editora Futura, 1998
Queremos criar o RE-li-A, isto é, uma plataforma que reúne sugestões de REA evidenciando a licença, por isso “Recursos Educacionais com licenças Abertas”. Não basta ser gratuito. Para estar no RElia, precisa necessariamente ter uma licença aberta. Os materiais e objetos digitais disponíveis online serão organizados por tipo de mídia, área do conhecimento, disciplina, nível escolar, idioma e, claro, as condições de licença! Saiba mais…Clique AQUI.
“Paixão por tudo que faço. No fundo, o que todos nós queremos é viver uma vida que vale a pena. Quando eu decidi usar intencionalmente a minha influência, todos os dias da minha vida, para promover mudanças positivas na vida das pessoas, eu comecei a alcançar um resultado significativo. Isso é viver uma vida que vale a pena.
Depois de 25 anos na área educacional atuando como líder no desenvolvimento de pessoas, eu me apaixonei pelo modelo de Liderança de John Maxwell. A leitura de seus livros me possibilitou desenvolver uma outra paixão, influenciar pessoas falando de minhas experiências de vida. Nascia aí o desejo de me tornar uma palestrante.
Convicta de minhas escolhas, fui em busca de novas experiências e me tornei aluna da JMT UNIVERSITY – Florida, EUA – para fazer minha segunda formação em Coach com aquele que é o maior líder da atualidade John C. Maxwell.
Após um processo de estudos incríveis, voltei ao Brasil como uma representante certificada do time John Maxwell. Hoje, como uma JMT, sou Palestrante e Coach. Vivo uma vida que vale a pena, pois intencionalmente minhas ações têm pensamentos e propósitos que agregam valor à vida do meu público. Assumi o papel de Líder transformacional, mobilizei intencionalmente as pessoas a pensar e a agir para agregar valor.
Dei mais um passo na direção certa quando aceitei o convite da GRANDE Coach Graça Santos, para ser uma coautora do projeto do Livro COACHING PARA JOVENS EM INÍCIO DE CARREIRA, entendi que uma parceria forte divide esforço e multiplica o efeito. Convivo com essa profissional a mais de 15 anos, o efeito de tudo que já fizemos juntas, suas preciosas dicas e orientações tem me permitido entregar a qualquer momento tudo o que sou para receber o que posso SER.
Oportunidades assim, se multiplicam porque são aproveitadas e não simplesmente vistas. Isso faz toda a diferença, pois me tornou uma apaixonante da escrita dos meus grandes acertos.
A borboleta não pode voltar a ser lagarta. Quando você começa a viver a história de significado, você pega um gosto por fazer a diferença é não volta mais atrás.
Entrar nesse projeto, me possibilitará dar mais visibilidade ao meu trabalho.
Ser coautora é fazer parceria com pessoas com valores semelhantes aos meus para fazer a diferença na vida de outras pessoas.”
Saiba de quem é este depoimento. Clique aqui.

Coaching Familiar – Encontros Essenciais nasceu da experiência de mais de 30 anos no mundo da Educação Pública e Privada da Pedagoga, Coaching Educacional, Palestrante, Mãe e Escritora Graça Santos. Um projeto que ensina atitudes positivas e emotivas de comunicação para educar, favorecendo o desenvolvimento do melhor relacionamento entre pais e filhos.
Para potencializar o projeto, alinhou parceria com a Psicomotricista Bruna Ferreira, criadora do Espaço Ampliação, que também acredita que pessoas bem informadas têm mais possibilidade de educar melhor uma criança e de fazer dela um ser humano bem desenvolvido, bem resolvido e mentalmente saudável, emocionalmente inteligente e capaz de amar.
Orientando quem Orienta o DIÁLOGO
Olha eu aqui novamente! Este é o terceiro artigo de uma série de 10 para refletir sobre a qualidade da prática do diálogo na atualidade. Lembra-se do convite para tomar um C H A (aquele sem acento)?
Inicio o diálogo com Jiddy Krishnamurti, um filósofo, escritor, e educador indiano, que “fala” assim: Para ser capaz de realmente ouvir, a pessoa deve abandonar ou pôr de lado os preconceitos (…) Quando você está em estado mental receptivo, tudo pode ser facilmente compreendido (…)
Segundo Sarita Chawala, o diálogo não é apenas falarmos uns com os outros. Mais que falar, é uma maneira especial de ouvirmos uns aos outros – ouvir sem resistência (…) é ouvir de um ponto onde estamos dispostos a ser influenciados.
Neste artigo, apresentarei a importância do ato de ouvir para a criação de parcerias colaborativas, para o desenvolvimento de significado compartilhado.
A parceria que consolida esta participação como colunista neste site Web Vegan (um MarketPlace de produtos veganos, orgânicos e naturais) é sustentada primordialmente pelo ato de ouvir e pelos interesses mútuos com a ecologia ambiental e pessoal, ou melhor dizendo, a ecologia ambiental trata do meio ambiente e a relação entre os ecossistemas naturais e artificiais. A ecologia pessoal trata do respeito a vida, aos valores humanos e universais, bem como da integração harmoniosa da pessoa no meio onde ela vive.
Para desenvolvermos a inteligência coletiva e o significado compartilhado das parcerias colaborativas, cada um deve estar disposto a aprender a ouvir observando três dimensões simultaneamente.
No segundo artigo, você foi convidado para criar espaço na sua rotina para tomar um CHA (Conhecimento, Habilidades e Atitudes). OBSERVE-SE e OBSERVE quando você está ouvindo outro abertamente o que caracteriza seu ouvir? O que o comportamento observado gera no contexto e nas pessoas. Sem ouvir o diálogo não pode existir.
Interaja livremente. Use o espaço abaixo para dialogar conosco comentando o que caracteriza o seu ouvir. Faça comentário aqui no site. Afinal, estamos dialogando coletivamente!
Agradeço a você por ter lido até aqui, e já lhe convido para tomar CHA, cocriando um novo design para melhor relacionamento intrapessoal e interpessoal e beneficiar mais pessoas com a mais poderosa ferramenta de comunicação…O diálogo!
Duvidas ou sugestões sobre este tema? Estou a disposição para dialogar e compartilhar conhecimento! Dialogue comigo em [www.orientandoquemorienta.com.br]
Os seus comentários poderão fazer parte do e-book que será criado com os 10 artigos.
Referência: Diálogo – Redescobrindo o poder transformador da conversa, Linda Ellinor e Glenna Gerard, Editora Futura, 1998

Orientando quem Orienta o DIÁLOGO
Olá, como vai? Aceita tomar um CHA, sim, este não tem acento!?
Este é o segundo convite para pensarmos juntos sobre a prática do diálogo na atualidade. No primeiro recebemos contribuições de algumas internautas. Vejamos:
– Acredito na importância do diálogo, mas sempre acho que na correria do dia a dia seria possível e necessário dialogar um pouco mais… “Evitando conflitos e somando respeito.” [Andreia Leão]
Andreia, nosso pensamento é a fonte de toda ação. Tudo nasce em nossas mentes. Você afirma a crença na importância do diálogo, reforçando a proposta de David Bohm, fundada na ideia de se nos tornássemos mais conscientes do nosso processo de construção do pensamento coletivo e dos significados que deles decorrem, e se compartilhássemos, na liderança, a responsabilidade para agirmos visando o todo, conseguiríamos mudar o mundo. Pensar a qualidade do diálogo é a promessa da prática consciente, em oposição à discussão.
Karla Corrêa, internauta que também abriu o diálogo, por meio do comentário. De forma assertiva ressalta que “Certamente que o diálogo é a melhor ferramenta de comunicação! Pode surgir a tecnologia mais avançada que ainda assim não substituirá o diálogo! Porque ele nasce da vontade de interagir com o outro, nasce da troca de palavras, gestos e sentimentos, fazendo com que cada um se expresse e procure atingir o outro com quem dialoga. O diálogo é por si só democrático, pois ele permite que todos falem e quando não segue esta regra, torna-se monólogo, beirando o autoritarismo! O que o mundo hoje está precisando é de mais diálogos acontecendo em todas as esferas e instâncias, em todos os grupos e tribos, em todos os setores e áreas, a fim de que cada um possa ouvir e ser ouvido com um único objetivo: o entendimento entre as partes! E conclui, com um chamado: Vamos dialogar sempre!”
Peter Block diz que o que realmente importa em nossas vidas é sempre medido por meio da conversação. Você já havia pensado sobre isto? Tudo parece óbvio, no entanto, dialogar no remente a ouvir o outro plenamente, a respeitar diferenças de opiniões e entendimentos, a ouvir sem resistência e julgamentos (escuta ativa), a compartilhar responsabilidades, além de ouvir e perceber a forma de como está comunicando com o outro. Qualquer conversação ou diálogo será tão poderoso quanto a intenção e as habilidades das pessoas que dele participam.
É preciso comunicar com clareza a intenção e o propósito, para colher como resultado o verdadeiro diálogo alinhado na construção de parcerias colaborativas sustentáveis. Temos ferramentas tecnológicas que facilitam a comunicação, no entanto, antes de tudo, precisamos ir além da caixa de nossos pensamentos, respirar fundo e contar até cem, reparar nas próprias reações e suposições.
“Acredito no poder transformador do diálogo”, um comentário compartilhado por Andreia, que conclui com uma afirmativa, e também nos convida a pensar, que podemos ser responsáveis pela transformação de pessoas ou de situações, por meio do CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes), dirigindo a atenção para diversas maneiras de conversar.
Aceita o desafio de tomar este CHA? Os ingredientes são conhecimentos, Habilidades e Atitudes. Usando estes ingredientes você criará a mudança que deseja ver.
Que tal, criar espaço na sua rotina para tomar esse CHA? A dica é: OBSERVE-SE e OBSERVE o que o seu comportamento gera no contexto e nas pessoas. Depois faça comentário aqui no site. Afinal, estamos dialogando.
Agradeço a você por ter lido até aqui, e já lhe convido para tomar CHA, cocriando um novo design para melhor relacionamento intrapessoal e interpessoal e beneficiar mais pessoas com a mais poderosa ferramenta de comunicação…O diálogo!
Duvidas ou sugestões sobre este tema? Estou a disposição para dialogar e compartilhar conhecimento! Dialogue comigo em [www.orientandoquemorienta.com.br] ou pelo Escritório Virtual de Coaching.
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Referência: Diálogo – Redescobrindo o poder transformador da conversa, Linda Ellinor e Glenna Gerard, Editora Futura, 1998

Foi publicada pelo Governo do Estado de São Paulo, e já
e vigor desde o dia 28/03/2017 a [LEI 16398/17] i
instituindo o dia 12 de novembro para comemorar o [DIA DO COACH].
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