Programação
FASE 1 – Intercâmbio Mundial de Profissionais da Nova Educação
Vivências (30 min.) | Palestras (30 min. + 15 min. de perguntas)
08/Julho | Sexta | ABERTURA
17h~18h | Credenciamento e Pagamento
18h~18h30 | Coral de Crianças do Harmonicanto | Abertura Oficial (Rio de Janeiro – Projeto de Música e Cidadania)
18h30~20h | Noemi Paymal | Apresentação da Pedagooogia 3000 (Bolívia/França – Pedagooogia 3000 Foundation)
20h~21h30 | Ingrid Cañete | Quem são as Novas Crianças (Porto Alegre – PI, Psicologia Interdimensional)
21h30~22h | Maria Aché | Danças do Dharma: Mandala de Tara (Rio de Janeiro – Instituto Cy)
09/Julho | Sábado | CICLO DE PALESTRAS
9h~10h | José Pacheco | A Escola do Futuro (Portugal – Educador e Conferencista Internacional)
10h~11h | Silvia Lignon Carneiro | Experiências da Escola Amigos do Verde (Porto Alegre – Escola Amigos do Verde)
11h~11h20 | Intervalo de Coffee Break
11h30~12h30 | Evandro Vieira Ouriques e Estelita de Amorim Ouriques | A Pedagogia como desafio de Comunicação: Educação, Supramente e Mente Sustentável (Rio de Janeiro – UFRJ)
12h30~13h30 | Argus Caruso Saturnino | Projeto Escola do Mundo (Rio de Janeiro – Arquiteto e Designer Social)
13h30~15h | Intervalo de Almoço
15h~16h | Maria do Socorro de Sousa Rodrigues | Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola (Ceará – UFC, Universidade Federal do Ceará)
16h~17h | Rojane Dib | A Gestão Pública e a Espiritualidade: Uma Convivência Possível?(Rio de Janeiro – Diretora da Rede Pública de Ensino)
17h~17h20 | Intervalo de Coffee Break
17h30~18h30 | Denise Rocha Domingues | Projeto Ecologia Escolar – Pedagogia Waldorf em 3 Dimensões: do Desenvolvimento Humano, da Estrutura Social da Escola e do Caráter Universal da Pedagogia (Rio de Janeiro – Diretora do Jardim Michaelis)
18h30~19h30 | Maria Dalva e Néa Leal | Índigos na Escola Pública (Rio de Janeiro – Diretora e Professora de Escola da Rede Pública de Ensino)
19h30~20h | Daniel dos Santos Caixão | Concerto Meditativo (Rio de Janeiro – SOM DA LUZ, Harmonia e Desenvolvimento através da Música)
10/Julho | Domingo | CICLO DE PALESTRAS
9h~10h | Gonçalo Medeiros | Educação em Valores Humanos – Educar para a vida e não só para ganhar a vida – Instituto de Educação em Valores Humanos (Rio de Janeiro – Educador e Conferencista)
10h~11h | Graça Santos | Orientando quem Orienta: Novos desafios, novas lideranças. Quem sou eu para educar? (Rio de Janeiro – Coord. Estadual de Ensino Médio, Secretaria de Estado de Educação)
11h~11h20 | Intervalo de Coffee Break
11h30~12h30 | Luís Henrique Ramos de Camargo | A Mudança do Padrão Geológico-Ecológico e a Educação Ambiental (Rio de Janeiro – Prof. Adj. UERJ, FEUC e Secretário Estadual de Engenharia do Meio Ambiente)
12h30~13h30 | Glaucia Cerioni | LatticeLogic™ para Crianças (São Paulo – Hot Stock, EMF Balancing Technique®)
13h30~15h | Intervalo de Almoço
15h~16h | Nina Rosa Jacob | Educação Humanitária no Currículo Escolar (São Paulo – Instituto Nina Rosa)
16h~17h | Cláudia Maria de Luca | A Meditação Laica como Disciplina para uma Educação Emocional Formal para o Ensino Médio (Rio de Janeiro – Colégio Pedro II)
17h~17h20 | Intervalo de Coffee Break
17h30~18h30 | Nilton Lessa e Leila Miranda | Experiência da Moleque de Idéias – Convivência, Criação e Aprendizagem (Rio de Janeiro – Moleque de Idéias)
18h30~19h30 | Edilberto Sastre | Desescolarizar na era das Redes Sociais(Colômbia/Brasília – Sociólogo, Comunicador Social, Docente, Pesquisador e Consultor)
19h30~20h | Fernando Neder | Coral Orgânico d’AMMOR (Rio de Janeiro – Espaço Corpo Seguro)
FASE 2 – Semana de Arte, Educação e Espiritualidade
Oficinas (2 a 4hs) | Palestras (1 a 4 hs)
11/Julho | SEGUNDA
9h~11h | Denise Rocha Domingues | Projeto Ecologia Escolar – Pedagogia Waldorf em 3 Dimensões: do Desenvolvimento Humano, da Estrutura Social da Escola e do Caráter Universal da Pedagogia (Rio de Janeiro – Diretora do Jardim Michaelis)
11h~12h | Ana Branco | Convivencia com o BioChip (Rio de Janeiro – Grupo Aberto de Estudo, Pesquisa e Desenho com Modelos Vivos, PUC-Rio)
12h~14h | Intervalo de Almoço
14h~16h | Cláudia Maria de Luca | A Pesquisa-Ação como instrumento para validação científica de novas estratégias pedagógicas para a Educação do século XXI: “A Experiência do Surgimento da Meditação Laica como Disciplina Escolar” (Rio de Janeiro – participação especial dos alunos do Colégio Pedro II)
14h~18h | Sonia Jorás | Educação e Ecologia Humana e Social 1 (Movimento de Ecologia Humana, Pedagogia Montessori e Colégio Santa Úrsula)
16h~18h | Claudia Feinstein Arcadier | Encontro com o Arte&Cor – Pedagogia do Ser (Rio de Janeiro – participação das mulheres do Projeto Arte e Cor, de Belford Roxo)
12/Julho | TERÇA
9h~12h | Claudia Lins e Esteban Moreno | Ensinar e Aprender com o Coração – um projeto holístico educacional voltado para educadores por meio da Educação a Distância (Rio de Janeiro – Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ)
11h~13h | Luciana Ayer | Nutrição: Conhecer para Transformar (Rio de Janeiro – Especialista em Nutrição Clínica, Docente UNIPAZ-RJ)
12h~14h | Intervalo de Almoço
14h~18h | Estelita de Amorim Ouriques, com a colaboração de Evandro Vieira Ouriques e Úrsula Mey Ouriques | A Aplicação de Sri Aurobindo na Educação (Rio de Janeiro – Consultora Associada do NETCCON – Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência da Escola de Comunicação da UFRJ)
14h~18h | Glaucia Cerioni | LatticeLogic™ para Crianças (São Paulo – Hot Stock, EMF Balancing Technique®)
14h~18h | Sonia Jorás | Educação e Ecologia HUmana e Social 2 (Colégio Santa Úrsula)
13/Julho | QUARTA
9h~12h | Jacira Monteiro | Educação através dos Quatro Elementos da Mãe Natureza e Humana (Rio de Janeiro – Descendente Nativa Guarani, Terapeuta Holística e Agente da Paz)
9h~12h | Kiko Menezes | Música e Ecologia com Instrumentos Reciclados (Rio de Janeiro – Educador Musical)
12h~14h | Intervalo de Almoço
14h~18h | Fernando Neder | Contato Orgânico: Democratizando o Fazer Artístico para uma Comunicação Integral (Rio de Janeiro – Espaço Corpo Seguro e Festival Internacional Contact in Rio)
14h~18h | Juan Alfonso Yépez | Prevenção e Educação em Saúde através de Recursos Naturais (México/Rio de Janeiro – Projeto Bem Estar, Comunicando Saúde e Esperança)
14/Julho | QUINTA
9h~12h | Ricardo Oliveira | Música Orgânica na Educação Humana (Rio de Janeiro – Músico, Regente, Professor e Arteterapeuta)
9h~12h | Valéria Kozlowski | Danças Universais da Paz para a Educação (Rio de Janeiro – Terapeuta e Designer Holística)
12h~14h | Intervalo de Almoço
14h~18h | Murali Das (Luís Melo) | Yoga Integral na Educação (Rio de Janeiro – Espaço Matrimandir, Terapeuta Holístico e Yogue)
14h~18h | Maria Dalva e Néa Leal | O Ser Professor ante a urgência de um Novo Fazer (Rio de Janeiro – Espaço Kuazeon, Educadoras e Terapeutas)
14h~18h | Sandra Celano | Educadores como Terapeutas Sociais: As dimensões do cuidado – de mim, de nós e da Terra (Rio de Janeiro – Gente em Flor, Uma Escola para Terapeutas Sociais)
15/Julho | SEXTA
9h~12h | Eleanor Madruga Luzes | Necessidade do Ensino da Ciência do Início da Vida (Rio de Janeiro – Criadora da CIV, Educadora, Médica e Psiquiatra)
11h~12h | Dr. Darlan Schottz Ferreira | O Carater Patogênico e Salutogênico da Pedagogia(Rio de Janeiro – Médico Escolar e Clínico Geral com formação em Pedagogia Waldorf)
12h~14h | Intervalo de Almoço
14h~18h | Ana Lúcia Pó | Dançando Histórias – Histórias e Brincadeiras com as Danças Circulares (Rio de Janeiro – Educadora e Facilitadora de Danças Circulares)
14h~18h | Mauricio Salem | Yoga Educação (Rio de Janeiro – Yoga Educação)
14h~16h | Edilberto Sastre | Panorama dos Estudos Sobre Violência nas Escolas no Brasil: 1980-2009 (Colômbia/Brasília – Sociólogo, Comunicador Social, Docente, Pesquisador e Consultor)
FASE 3 – enlace mundial parA uma nova educação (emAne)
Vivências | Propostas | Círculo de Visões | Alianças…
16-17/Julho | SÁBADO E DOMINGO
Durante esses dois dias, aqueles que assim desejarem, participarão deste encontro onde juntos estaremos analisando e projetando novas ações para impulsionar a mudança educacional que já está em curso.
HORÁRIO: 10h às 16h no sábado e 9h às 12h no domingo.
LOCAL: em algum local público a ser definido pelos participantes do Encontro.
INSCRIÇÕES: atividade gratuita!
Trazer frutas, sucos e alimentos para compartilharmos o café da manhã, almoço e lanches.
OBS: até 06/Julho | *Recebimento de Material Educativo*
Estamos recebendo material impresso e/ou áudio-visual de INICIATIVAS e Instituições educacionais que valorizem uma formação que seja inclusiva, sustentável, divertida e que possibilite às crianças de todas as idades o direito à livre expressão de todo Potencial único que cada um de nós traz consigo.
Se você, mesmo não participando presencialmente, tiver interesse em enviar sua proposta para ser exibida durante o Encontro, entre em contato conosco: encontro3000@gmail.com
Contaremos com um espaço dedicado a isso, para que novas conexões e alianças possam ser estabelecidas!
1, 2, 3 e já! Pedagogia 3000.
Pega e Lê! Uma geração descobre o PRAZER DA LEITURA
Credita-se a Santo Agostinho, um dos sábios da Igreja Católica, a descoberta de que se podia
ler sem enunciar as palavras.
(…) Durante a juventude, em meio a
crises existenciais, ouviu uma voz interior que lhe dizia:
“PEGA E LÊ”.
E ele leu as Cartas de São Paulo
que constam do Novo Testamento.
(…)
Em pleno fulgor da era digital,
LER CONTINUA ESSENCIAL E DIVERTIDO.
(…)
Nunca é tarde para começar a ler e aprimorar-se culturalmente. Mais 1600 anos depois…
Vamos lá, faça como Santos Agostinho:
“PEGA E LÊ”.
Clique aqui e aprecie a leitura que me causou tanto PRAZER…Curioso? Curiosa?
Modelo de Excelência em Gestão: Visão Sistêmica
Projeto Político Pedagógico: MAPA CONCEITUAL
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir sua proposta pedagógica e aprová-la no seu âmbito interno. Inexiste um roteiro oficial e o desenvolvimento deve ser feito através de uma equipe multidisciplinar. É recomendável que participem os principais colaboradores e também representantes dos alunos, professores e comunidade.
Continue a leitura…Leia artigos referentes a construção do PPP.
Para começar…Algumas referências bibliográficas.
CANÁRIO, Rui (1995). Estabelecimento de ensino: a inovação e a gestão de recursos educativos. In: NÓVOA, António (coord.) As organizações escolares em análise. Lisboa: Dom Quixote.
CEPAL/UNESCO (1992). Educación y conocimiento: eje de la transformación productiva con equidad. Santiago:Chile.
CHESNAIS, François. (1996). A mundialização do Capital. São Paulo: Xamã.
CORAGGIO, José Luís (1993). Desarrollo humano, economia popular y educacion. El papel de las ONG latinoamericanas en la iniciativa de educación para todos. Nova York. Mimeo.
GIRARDI, Maria Neusa (1994). Autonomia da gestão escolar e as funções educacionais do Estado. Dissertação de Mestrado. São Paulo. PUC.
GRAMSCI, Antonio (1991). Maquiavel, a política e o estado moderno. 8ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
KRAWCZYK, Nora (1999). A gestão escolar: Um campo minado…Análise das propostas de 11 municípios brasileiros. In: Revista Educação e Sociedade. Ano XX – agosto/99 – nº 67. Campinas: Unicamp, Cedes.
LESSA, Sérgio. (1997). Trabalho e ser social. Maceió:EUFC/EDUFAL
LUKÁCS, György (1981). Per l´ontologia dell´essere sociale. Trad. de Alberto Scarponi. Roma: Editori Riuniti.
MÉSZÁROS, István (1981). Marx: a teoria da alienação. Trad. Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar.
_________(1993). Filosofia, ideologia e ciência social. Ensaios de negação e afirmação. São Paulo: Ensaio.
OYAFUSO, Akiko e MAIA, Eny (1998). Plano Escolar. Caminho para autonomia. São Paulo: CTE.
PARO. Vitor Henrique (1997).Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática.
PIMENTA, Selma Garrido (1995). Questões sobre a organização do trabalho na escola. In: BORGES, Abel S. (org). et. al. A autonomia e a qualidade do ensino na escola pública. Série Idéias, 16. Edição especial. São Paulo. FDE.
PINTO, José Marcelino de R.(2002). Financiamento da educação no Brasil: um balanço do governo FHC (1995-2002). Educação e Sociedade, Campinas, v23, n 80, p. 109-136, setembro/2002.
ROMÃO, José Eustáquio. (2000). Dialética da diferença. O projeto da escola cidadã frente ao projeto pedagógico neoliberal. São Paulo: Cortez.
SAVIANI, Demerval (1994).O trabalho como princípio educativo frente às novas tecnologias. In: FERRETTI, Celso; ZIBAS, Dagmar M. L.; MADEIRA, Felícia R, e SILVA, Maria Aparecida (1994). Administração dos conflitos sociais: as reformas administrativas e educacionais como respostas às questões emergentes da prática social. (O caso de Minas Gerais). Tese de doutoramento.Campinas. UNICAMP.
VALERIAN, Jean; DIAS, José Augusto. Gestão da escola fundamental: subsídios para a análise e sugestão de aperfeiçoamento. São Paulo: Cortez; Paris: UNESCO; Brasília: MEC. 1993.
WARDE, Miriam Jorge (org.). Novas Políticas Educacionais: Críticas e Perspectivas. São Paulo: Programa de Estudos Pós-graduados em Educação: História e Filosofia da Educação da PUC/SP. 1998.
Um ambiente escolar extremamente competitivo – e voltado para testes de ingresso na universidade – está prejudicando a vida de muita gente.
O diagnóstico não partiu de educadores indulgentes ou de adolescentes preguiçosos: mereceu um editorial da prestigiosa revista Science, publicação da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

Divulgação
Documentário. Cena do filme ‘Race To Nowhere’, que nos EUA passa em escolas e igrejas
A autora, Deborah Stipek, da Faculdade de Educação da Universidade Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, estuda a motivação dos jovens no ambiente escolar há 35 anos.
Na terça-feira passada, durante uma entrevista, ela recordou o dia em que a sua filha chegou em casa, comemorando: “Nunca mais vou estudar francês.” A garota tinha acabado de fazer uma prova que a auxiliaria a concorrer a uma vaga no sistema de ensino superior americano. “Ficou claro que não estava interessada em dialogar com outras culturas, em viajar ou em adquirir uma habilidade útil para a vida”, pondera Deborah.
“A ideia é integrar esses conteúdos com a prática docente, transformando o blog em uma extensão do ambiente de aprendizagem escolar”. Michel Goulart
O professor utiliza o blog como uma extensão da sala de aula, além de adicionar conteúdo próprio, a ferramenta serve para compartilhar outras iniciativas que considera relevantes na rede. “A ideia é integrar esses conteúdos com a prática docente, transformando o blog em uma extensão do ambiente de aprendizagem escolar”.
Você tem um blog? Qual é?
Escreva um comentário e deixe seu blog registrado.
Você utiliza o blog para melhorar a
comunicação com os alunos?
Você utiliza o blog para avaliar o conhecimento dos alunos?
Como você utiliza o blog?
Profissionais falam sobre a construção de um time, mas poucos conseguem criá-lo ou torná-lo eficaz. Você considera necessários os itens desta lista?
Você pertence a uma equipe no sentido mais amplo? Estar em uma equipe é um resultado de se sentir parte de algo maior do que você e tem muito a ver com a sua compreensão sobre missão e objetivos da sua organização.
Em um ambiente de trabalho, você não apenas contribui para o sucesso global da organização, como também atua com outros membros e estes geram resultados.
Desenvolver um time é diferente de construir uma efetiva equipe de trabalho focado; é preciso considerar algumas abordagens que possam superar expectativas e acima de tudo corresponder às ações que destinamos.
Não importa o que vocês chamam de esforço: a melhoria contínua está diretamente ligada aos resultados para os clientes.
Poucas organizações, porém, estão totalmente satisfeitas com os resultados de seus esforços. Se estes não estão à altura das expectativas, seguramente você estará nesta lista de auto-diagnóstico por assim dizer. Para formar uma equipe completa, é primordial dar atenção a cada um dos itens abaixo:
1. Expectativas
- Existe uma liderança claramente unificada com o desempenho da equipe?
- Os membros da equipe entendem porque as metas foram criadas?
2. Contexto
- Os membros da equipe compreendem porque estão lá?
- Será que eles entendem como a estratégia de usar equipes ajudará a organização atingir os seus objetivos?
- Membros da equipe podem definir a importância para o cumprimento das metas?
3. Compromisso
- Os integrantes da equipe desejam estar nela?
- Eles sentem como a missão é importante?
- Estão aptos a cumprir com os resultados esperados?
- Até que ponto eles percebem o quão valiosa é sua atuação não só para a organização, mas com suas próprias carreiras?
- A equipe espera que suas habilidades cresçam e se desenvolvam no decorrer do percurso?
- Os membros da equipe se sentem estimulados e desafiados pela oportunidade do próprio time?
4. Controle
- A equipe possui liberdade e autonomia para desenvolver suas habilidades, mas ao mesmo tempo os integrantes compreendem claramente os seus limites?
- Até onde podem ir em busca de soluções? Ou seja, recursos monetários e tempo, definidas no início do projeto antes que a equipe encontre barreiras e refaça as tarefas?
- Existe um processo de análise definida e estas alinhadas na direção e propósito corretos?
- Existe respeito sobre o cronogramas de projetos, compromissos e resultados?
- A organização possui um plano para aumentar as oportunidades de auto-gestão entre os membros presentes?
6. Colaboração
Existe uma compreensão a respeito do processo criativo do grupo? - Todos os membros estão de acordo com as funções e responsabilidades atribuídas?
- Foi denominado alguém para gerenciar crises e regras de conduta em áreas como a resolução de conflitos, decisão por consenso e a reunião de gestão?
7. Comunicação
- Existe um método estabelecido a respeito do feedback?
- Será que a organização fornece informações importantes regularmente?
- Os membros se comunicam de forma clara e honesta com os outros?
A equipe traz a diversidade de opiniões para a mesa?
8. Inovação criativa
- A organização está realmente interessada em mudar o atual cenário da empresa?
- Existe o pensamento mútuo de criar e trazer soluções originais?
- A empresa está apta a proporcionar formação complementar e viagens de campo quando necessárias para estimular a equipe?
9. Consequências
- Os membros da equipe se sentem responsáveis e responsabilizados pelas realizações obtidas?
- De que forma é reconhecida quando as equipes são bem sucedidas?
- O risco é razoável, respeitado e incentivado na organização?
- Os membros da equipe gastam o seu tempo apontando o dedo ao invés de resolver os problemas?
10. Coordenação
- Existe um organograma central que ajuda os grupos no que precisam para obter sucesso?
11. Mudança cultural
- A organização visualiza que a equipe de colaboração pode de fato mudar o cenário comercial da empresa?
- A organização reconhece que, quanto mais ela mudar o clima para apoiar as equipes, mais modificará positivamente o cenário comercial da empresa?
Nem sempre é fácil fazer parte de processos de decisão na empresa, pois haverá sempre alguém pouco ou nada disposto a cooperar. Porém, querendo ou não, somos parte integrante de um conjunto e com isso somamos as decisões ao invés de concentrá-la em nós mesmos.
O imprescindível neste cenário é dedicar tempo e habilidade para gerenciar nossas atitudes como membros de equipe e acima de tudo doarmos tempo e atenção em cada uma dessas dicas para garantir que a equipe de trabalho contribua de forma mais eficaz para o sucesso da empresa.
Reflexão – Ação – EducAÇÃO
“A tecnologia é um grande apoio de um projeto pedagógico que foca a
aprendizagem ligada à vida.”
(José Manuel Moran Doutor em Comunicação pela USP)
A Internet tem sido usada de diversas maneiras e em diferentes níveis de intensidade, em todas as modalidades da educação, tanto por alunos como por professores, refletindo diretamente na qualidade do ensino, pela qual se luta e sobre a qual se discute demasiadamente.







