Artigo nº 1 de 10 {COACHING} Fenômenos e possibilidades: O que nos conduz simplesmente ser?

{COACHING} 
Fenômenos e possibilidades: O que nos conduz simplesmente ser?
Segundo a Enciclopédia livre, uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. E muito embora um dos princípios da rede seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão fundamental entre as pessoas se dá através da identidade. “Os limites das redes não são limites de separação, mas limites de identidade. (…) Não é um limite físico, mas um limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente mantido e renegociado pela rede de comunicações.
As redes sociais tem adquirido importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua descentralização, e funcionam como mídia de comunicação com aplicabilidade no Coaching.

– Olá Graça, você trabalha com Coaching ? Como?
– Sim, trabalho.
Este foi o início de um diálogo virtual na rede social Facebook, onde apresentei crenças sobre Coaching para Gui Ferris, um jovem índigo de apenas 21 anos de idade, formando em Administração de Empresas, em São Paulo. A conexão teve início em 17 de junho, e de lá para cá venho percebendo que para além de técnicas e metodologias, é necessário que comecemos a acreditar que certas coisas não acontecem por acaso. Neste período fomos alinhando ideias, pensamentos, assuntos e crenças, inclusive tendo a ideia de cocriar um artigo para simbolizar o encontro. Afinal, um fenômeno está acontecendo, e você que nos lê neste momento, sinta-se convidado a analisar o trajeto, identificar oportunidades que este delicioso presente, que é fazer parte desta história, aparentemente desconhecida, mas encantadora do encontro do desconhecido desvendado Coaching. Sente-se estranho com o convite? Liberte-se! Sinta os estalos da comunicação e agarre-se em algo maior. Aquilo que nos torna significativamente maior para o TODO.
Apresento-lhe o esquema do processo de trabalho e pergunto-lhe se gosta de desenvolver o humano, tendo em vista que uma das ideias do é fazer auto coaching.
                           
– Auto coaching ?
– Sim, para além as técnicas e metodologias estudadas, você precisa compreender seu percurso de aprendizagem. Como lida em situações de conflito? Como conecta os assuntos/situações diversas? Desenvolver escuta AFETIVA demonstrando que sabe ouvir utilizando rapport.
Capturando a emoção peço-lhe para escrever seus sentimentos em relação aos acontecimentos. Leia.
Inicio com um acontecimento inusitado.
Outrora pensava sozinho em diversos tipos de acontecimentos e situação que ali houvera passado, sem algo definitivo, um poço da falta de exatidão onipresente, demasiavam-me pensamentos a procura de um ponto de equilíbrio, algo que me tangibilizasse ou concretizasse algumas ideias ou argumentações que estava tendo.
Um solução seria gravemente, procurar por resoluções rápidas e praticas o cego conduzindo o cego, desencadeando talvez prazeres curtos e sensações de paz, onde não houvera espírito.
Acredito que vivemos em busca de uma plenitude, algo que nos faça ser o melhor que podemos um ponto em que nos sentimos estruturadamente prontos para compartilhar e realizar aspirações e principalmente em desenvolver o ser, o fator humano que ali me principiava a prefere de qualquer outra força.
Entretanto, ao belo encontro, creio eu, atentei-me a algumas publicações que já havia lido algumas inúmeras vezes, questionei-me por me enquadrar naqueles textos e vocabulário brandos e lesivos, ao tom de que logo me apoderei de suas informações e principalmente do seu contato… Obvio não me entreguei aos caprichos de me apresentar impulsivamente, porém, acreditei ser uma chance imensurável… Era como se seguisse um percurso próprio de ensino, no qual, estava eu no mesmo ritmo embalado. Irresistível ao paladar!
Tal encontro acontecera, em ritmo calmo, propício.
Encontrei-me com Graça, uma sonhadora afetiva, plena e convicta de suas perseguições. Um tesouro em mãos e saliento-lhes, que em meio a adversidades, conseguimos introjetar inúmeras ideias e compartilhar de vários pensamentos que nossa sinergia parecia existente há anos! Foi algo novo, tentador, a busca por um autoconhecimento tão estatuado em toda uma vida…
Tentando entender algumas contrariedades que por mim passara, lembrei-me de algumas referencias das quais andava, passo a passo com meus cabelos loiros.
Alimento-os de que só há relacionamento saudável, quando há respeito entre as partes, não digo respeito no sentido exclusivo de xingamentos ou provocações, mas de certa forma, de “aceitação”, me fazendo pensar ainda mais, que só adquirimos realmente esta, quando no ambiente se apresenta uma forma de aprendizado mutuo. Quando entendo que há possibilidade de aprendizado com o outro, pensamos, escutamos e observamos, respeitando a ideia e a opinião do mesmo, desenrolando a relação de uma forma prestimosa ou valiosa.
Um entendimento que vinha como a elasticidade dos ventos e um gosto misto, de euforia e medo.
Apesar de todas as formas contrarias de sentir-me do que coloco como ”bom” adoro pensar sobre isto e cheguei a veemência de que esse tipo de reflexão, é de tamanha importância pra qualquer pessoa em algum ambiente, seja ele qual for, afinal, nos relacionamos a todo momento, amarrando a ideia de que precisamos olhar para situações e/ou acontecimentos de inúmeras formas e ângulos diferentes, não excluindo qualquer possibilidade de opinião ou ponto de vista, mas pensando sob uma ideia, da qual eu concordo, de que nosso mundo se ‘limita” ao nosso conhecimento, até onde nossas palavras podem chegar, talvez assim, desenrolaríamos percepções menos inadequadas ou precipitadas. Um erro esparso, nem sempre percebido por aqueles que o cometem.
Um encontro contemplado pela variabilidade das criticas e o volume de observações, encantos, admirações…
Com ar e nome de Graça, me sinto cada vez mais encantado e amarrado com os efeitos da vida, um sabor diferente, beliscando todo e qualquer sentido de pele que penduro em minha alma, estou aprendendo a entender sob os fenômenos das possibilidades, o que nos conduz a simplesmente ser.”
É certo que o Coaching  potencializa as pessoas, identificando e incentivando o fortalecimento das qualidades, localizando e minimizando os pontos fracos, e apontando para as direções de maior demanda por suas habilidades, quando usamos técnicas centradas em Valores Humanos.
{COACHING} Fenômenos e possibilidades: O que nos conduz simplesmente a sermos melhores quando conscientemente somos norteados, inclusive pela Programação Neurolinguística.  Cada experiência possui uma estrutura interna que pode ser alterada, que corpo,mente e moções são parte de um Todo.que a todo momento estamos nos comunicando, que todo comportamento tem uma intenção positiva, e que o significado a nossa comunicação é o resultado ora apresentado neste artigo. O que é Coahing?O que é Coachee? Quem é o Coach?
                      
Guilherme demonstrou ser um Coachee Protagonista da sua própria história. E você? Quem é? Como é? Usou todos os seus sentidos ao saborear este artigo?

Artigo cocriado virtualmente com Guilherme Ferris (Coachee)/SP

Graça Santos/RJ
Coach Educacional 
Colunista do  Diretório de Artigos e Colunistas do Facebook
orientandoquemorienta@gmail.com
(21)8191 4963

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Preparação: um ano de processo de coaching. 

(…) a oportunidade de contar com um coaching no último ano da faculdade, período em que recebeu feedback personalizado sobre as habilidades que precisava trabalhar e desenvolver. “Constatei, por exemplo, que sou impaciente. Para que isso não se transforme em mau humor, aprendi a investir no planejamento, evitando situações como reuniões longas e preparando uma pauta objetiva” (…)

A Dica: buscar o autoconhecimento. 

(…) Acredita que o autoconhecimento proporcionado pelo coaching o deixou em vantagem em situações como as dinâmicas de grupo e os painéis de negócios da seleção. “Quem se conhece bem fica mais confortável nesses momentos, está mais equilibrado, trabalha melhor em equipe e tem maior capacidade de adaptação.(…)

Fonte: Revista Exame

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A educAÇÃO é ESTRATÉGICA!

Alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade é a quinta meta do Plano Nacional da Educação (2011-2020). Diante desse desafio, o Ministério da Educação anunciou o programa da alfabetização na idade certa, para o qual busca construir pactos com Estados e municípios. Tal iniciativa precisa ser destacada, pois ao mesmo tempo em que o governo federal oferece diferentes possibilidades de materiais e programas, também apoia as redes municipais e estaduais que já têm seus próprios programas, fortalecendo-as para que alcancem as suas metas de alfabetização.
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Criatividade e busca por soluções são habilidades que podem ser desenvolvidas em crianças desde que incentivadas pela família e pela escola

1. Estimule a criatividade
Crianças são naturalmente criativas. Enquanto descobrem o mundo, elas podem também desenvolver uma capacidade para a vida toda. “A criatividade é a mãe da inovação”, afirma Carla.
Ela explica que uma maneira lúdica e fácil de estimular a criatividade em crianças é simular diversas situações para que ela possa pensar diferente. “Simule uma viagem no tempo ou que ela esteja em um lugar onde há animais diferentes e é preciso inventar formas de se defender, ou ainda que ela precisa trabalhar com um ser do outro planeta”, explica Carla. Para Dolabela, para empreender, a criança precisa traçar o seu próprio caminho e criar soluções. “Se não somos criativos, não inovamos”, diz. 
2. Proponha desafios 
Dolabela conta que uma maneira simples de desafiar a criança é fazendo perguntas, como ‘qual brinquedo ela criaria e seria melhor do que aquele que ela mais gosta. “É uma maneira de incentivar a rebeldia a padrões, no sentido de que tudo que a criança ver pode ter uma maneira de ser melhor”, explica.
Além de questionar de que outra maneira a criança faria determinado objeto ou ação, instrua-a para pesquisar mais sobre o assunto e colocar a mão na massa. “O empreendedor é movido a perguntas e em uma tarefa simples é possível ensinar a criança a buscar soluções e de como ela faria diferente. Assim, ela poderá transformar uma ideia em realidade”, afirma Fonseca. 
3. Incentive a prática de esportes
Para Dolabela, a confiança tem relação direta com a autoestima e é uma habilidade comportamental indispensável para ser um empreendedor de sucesso. Com a prática de esportes, esse comportamento pode ser desenvolvido. Atividades em grupos ajudam na percepção do que é trabalho em equipe, além disso, ensinam a criança a ter motivação e de que a vitória ou o sucesso não vem fácil.
4. Crie atividades diferentes
A criança precisa de várias experiências para perceber do que realmente gosta e é papel dos pais observar este momento. “Você tem que ter um espaço para experimentar”, afirma Carla. Cinema, teatro e música são algumas atividades que, de acordo com Dolabela, podem ajudar a criança a descobrir seu talento.
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