Lançamento do primeiro trabalho fruto da parceria constituída entre Graça Santos e o Instituto Heron Domingues
Instituto Heron Domingues um parceiro de negócio de Orientando quem Orienta
Flexibilidade Pedagógica e Inovação Tecnológica, e Graça
Santos, com o propósito de Orientar quem Orienta, encontraram-se para associar,
unir, reunir, relacionar, participar, ouvir, combinar, acordar, despertar, articular,
organizar, gerenciar, desconstruir, cocriar e costurar ideias e experiências, que seguramente nesta Era do Conhecimento, conspiram
para cumprir a missão do IHD de “Acelerar e Ampliar a Aprendizagem”, por meio da “InspirAÇÃO e engajamento de pessoas que querem
sair do estado atual para o estado desejado por meio de vivências que
conduzam ao realinhamento cultural das crenças, valores, hábitos e
atitudes com foco na excelência de resultados e na lucratividade pessoal.”
encontro de áreas estratégicas, conectadas e alinhadas em busca de caminhos
alternativos, guiados pela busca da qualidade
social e da potencialização da aprendizagem do profissional que quer aprender
mais experimentando novas possibilidades.
e que possamos inspirar novas Lideranças Pedagógicas.
o que começamos.
Onde anda sua criatividade?
VOCÊ é o seu GRANDE PROJETO
Escola da Ponte: Qual é ponte que se faz para a TRAVESSIA DA EDUCAÇÃO HORIZONTAL?
Convite aberto: Vamos andar POR OUTRA RUA? PROFESSORES INSPIRADORES E ENGAJADOS para fazer PARTE DO BANCO DE TALENTOS ORIENTANDOQUEMORIENTA
Ah! Me conte também quem é você para educar? Algo novo se inicia…
– Sogyal Rinpoche –
1. Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Eu caio…
Estou perdido… Sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.
3. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Vejo que ele ali está.
Ainda assim caio… É um hábito.
Meus olhos se abrem.
Sei onde estou.
É minha culpa.
Saio imediatamente.
4. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Dou a volta.
5. Ando por outra rua.
(Texto extraído de “O Livro Tibetano do Viver e do Morrer” -“ Sogyal Rinpoche -“ Editora Talento/Palas Athena).
Primeira Semana da Juventude do Município
Convite aberto: Vamos andar POR OUTRA RUA? PROFESSORES INSPIRADORES E ENGAJADOS para fazer PARTE DO BANCO DE TALENTOS ORIENTANDOQUEMORIENTA
– Sogyal Rinpoche –
1. Ando pela rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Eu caio…
Estou perdido… Sem esperança.
Não é culpa minha.
Leva uma eternidade para encontrar a saída.
2. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Mas finjo não vê-lo.
Caio nele de novo.
Não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas não é culpa minha.
Ainda assim leva um tempão para sair.
3. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Vejo que ele ali está.
Ainda assim caio… É um hábito.
Meus olhos se abrem.
Sei onde estou.
É minha culpa.
Saio imediatamente.
4. Ando pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Dou a volta.
5. Ando por outra rua.
(Texto extraído de “O Livro Tibetano do Viver e do Morrer” -“ Sogyal Rinpoche -“ Editora Talento/Palas Athena).




