Novos desafios, novas lideranças. Quem sou eu para educar?

“Se faz necessário um tipo de trabalho de auto-reflexão, de se perceber, buscar e reencontrar pequenas, que no contexto são grandes transformações. Tentar fazer esse exercício diariamente é enfocar o problema brasileiro… Parte-se do individual para o coletivo e passa-se a ter base para entender melhor nossa sociedade que está fragmentada e cheia de problemas a resolver…O compartilhar destas reflexões também é de grande valor, pois vemos que muitos problemas particulares, 

na verdade, são coletivos.”(Auto-avaliação – C.C.G.E – Pedagogia – PUC/SP – 1989 – Do livro Pedagogia da Transgressão de Ruy Cezar do Espírito Santo)

Nesta palestra Graça Santos, provocará o belo ou a bela adormecida em cada professor por meio de poesias ou trechos de livros de autores que transgridem a comunicação conduzindo a compreensão da consolidação máxima da possibilidade de um novo tempo na Educação.

Concluirá ilustrando a importância da ação na busca da harmonia nas relações, bem como a transposição dos limites dos paradigmas em busca da transdisciplinaridade. As diversas transgressões ao longo dos 32 anos serão discutidas ao sopro da delicadeza, da ternura, da beleza e força das palavras e dos sentidos.



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