1 – Orientando quem Orienta o DIÁLOGO,  por Graça Santos

Este é o primeiro, de uma série de dez artigos, com a promessa de inspirar conversas transformadoras  e expandir possibilidades para novos discursos, textos e contextos de uma forma mais positiva para lidar coletivamente com o diálogo. Leia mais…

 

 

 

2- Olá, como vai? Aceita tomar um CHA, sim, este não tem acento!?

Olá, como vai? Aceita tomar um CHA, sim, este não tem acento!? Este é o segundo convite para pensarmos juntos sobre a prática do diálogo na atualidade. No primeiro recebemos contribuições de algumas internautas. Vejamos: – Acredito na importância do diálogo, mas sempre acho que na correria do dia a dia seria possível e necessário dialogar um pouco mais… “Evitando conflitos e somando respeito.” [Andreia Leão] Leia mais…

 

 

 

3 – Quando você está ouvindo outro abertamente o que caracteriza seu ouvir?

Para desenvolvermos a inteligência coletiva e o significado compartilhado das parcerias colaborativas, cada um deve estar disposto a aprender a ouvir observando três dimensões simultaneamente.Inicio o diálogo com Jiddy Krishnamurti, um filósofo, escritor, e educador indiano, que “fala” assim: Para ser capaz de realmente ouvir, a pessoa deve abandonar ou pôr de lado os preconceitos (…) Quando você está em estado mental receptivo, tudo pode ser facilmente compreendido (…) Leia mais…

 

 

 

4 – Num dia desses, entre tantas mensagens graciosas, recebi esta de Adriana Tavares,  Pedagoga e Professora de Inclusão na Escola Municipal Sedes – Taubaté/SP“Querida Graça, amo muito o seu trabalho, a conheci através da Manoela Groh”  (…) Acredito que as coisas acontecem no tempo certo e que a força do pensamento acontece.(…)” E muitas coisas acontecem… Pois é, uma delas é a sua estreia por aqui como Colunista…Aprecie o seu primeiro texto.                                    Surpreenda-se e inspire-se! Leia mais…

 

 

Quando somos crianças e adolescentes, temos milhares de sonhos e desejamos até mudar o mundo, porém, quando nos tornamos jovens e adultos (em sua grande maioria), nossos sonhos são colocados na caixa do esquecimento ou deixados de lado por causa dos milhões de problemas e obrigações que nos são adquiridos. Leia mais…