Quando comecei a pensar neste texto em novembro de 2017, não tinha ideia das situações que eu ainda passaria, foram tantas perdas de pessoas próximas este ano e principalmente no mês de dezembro, que senti mais uma vez a necessidade de compartilhar e refletir com vocês sobre aproveitarmos o máximo as nossas vidas com os entes queridos, fazendo o que gostamos, porque a vida passa e o que ficam são as boas lembranças que jamais passarão…

 

 

Não posso considerar 2017 como um ano ruim, acredito que tudo aconteça no momento certo e o que não ocorreu, não era para se materializar neste ano, pois se há esforço e mentalização positiva para que algo ocorra e não temos a concretização, calma, na hora certa acontecerá. Tudo tem seu o tempo, inclusive esta foi a minha bandeira, não necessariamente com a calma que estou escrevendo, (risos), mas com o entendimento que agora tenho.

 

 

Acredito que assim como eu, todos tiveram pessoas que se aproximaram ou continuam próximas por pura conveniência delas, mas graças a Deus que conhecemos muitas pessoas bacanas e verdadeiros amigos que permanecerão por todo nossa vida…

 

 

Fui marcada profundamente por 3 situações que saltaram aos meus olhos para falar sobre as avaliações e mudanças que precisamos fazer em nossas vidas, mas isto era em novembro, depois de ver a filha aos prantos conversando com o seu pai que estava no repouso eterno, nas vésperas das festas de final do ano, parei para pensar como perdemos tempo com picuinhas insignificantes e a vida vai passando, vamos envelhecendo e quais sementes estamos deixando!?

 

 

A primeira situação que gostaria de compartilhar com vocês é que as organizações e os gestores precisam avaliar como estão tratando os seus funcionários, não adianta fazer bonito só para o cliente externo, pois o cliente interno tem vida, tem limites, fica doente, ah! Detalhe! É humano… Equipes, vamos começar 2018 fortalecidas, rumo ao sucesso verdadeiro e a pura harmonia.

 

 

E falando do ser humano, a segunda colocação é sobre o grande Usain Bolt, um ícone do atletismo do nosso tempo, que não conseguiu concluir a última corrida da sua carreira e alcançar o pódio, um exemplo de simpatia e determinação, que em agosto de 2017, as câimbras o tiraram de cena, sem completar a prova. Todo o público esperava ansioso pelo pódio que o campeão não conseguiu alcançar, porque ele é de carne e osso e o nosso corpo tem limite.

 

 

E você, está respeitando o seu?

 

 

E para finalizar, ainda não sabemos o que efetivamente aconteceu com o submarino argentino, mas infelizmente os tripulantes já foram dados como mortos, e assim se pararmos para refletir veremos que muitos dos planos que aquelas famílias tinham antes do desaparecimento acontecer, não serão concretizados e desta forma,  podemos fazer um comparativo com as nossas vidas, em situações que não ocorreram por vários motivos, por horas excedentes no trabalho, cansaço físico e mental, por falta de interesse em ouvir aquela pessoa que queria compartilhar algo conosco, por falta de dinheiro, problemas de saúde ou pessoais, por um mal entendido que não se resolveu  ou por procrastinação.

 

 

Até quando vamos ficar esperando o submarino das nossas vidas desaparecer, para tomarmos uma atitude?

 

 

Ei! 2018 está chegando, sabe aquilo que você não fez e deixou para depois, corre que ainda dá tempo! Ah! Não se esquece de agradecer de alguma forma todas as pessoas que fizeram seu 2017 acontecer, porque sozinhos não seria possível fazermos nada e a gratidão é uma semente  do bem que dá frutos despretensiosos !

 

 

 

Abraços e boas festas!

 

 

 

E com a permissão de Deus nos veremos em 2018 que promete!!!

 

 

 

Patrícia Vieira

Professora Especialista em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional e Graduanda de Pedagogia pela Univesp/SP.

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